A319 e A320: as aeronaves que pousam em Dourados

O voo do Aeroporto de Dourados é operado pela Latam com aeronaves da família A320 da Airbus: o A319, com cerca de 144 assentos, e o A320, com até 174. Não é avião de aviação regional: é o mesmo porte que voa nas rotas principais do país.

Por que isso surpreende quem não é da região

A expectativa de quem ouve "aeroporto regional" é a de uma aeronave de hélice, com trinta ou cinquenta assentos. É o que opera boa parte das rotas regionais brasileiras.

Em Dourados não é assim. A rota liga o terminal a Guarulhos, que é o maior aeroporto do país, e faz parte da malha principal da companhia. Usar o mesmo equipamento do resto da malha simplifica escala de tripulação, manutenção e remanejamento de aeronave.

Para o passageiro, isso significa cabine de jato, tempo de voo compatível e integração natural com as conexões em Guarulhos. Ver Latam em Dourados.

A diferença entre os dois modelos

ModeloCapacidadeO que muda
Airbus A319cerca de 144 assentosVersão mais curta da família
Airbus A320até 174 assentosTrinta assentos a mais na mesma cabine

Em conforto, a diferença é pequena: a cabine é semelhante e o padrão de serviço é o mesmo. A diferença real é de oferta.

Trinta assentos que fazem diferença

Numa rota com dez voos diários, trinta assentos a menos não mudam quase nada: quem não entra no voo das 9h entra no das 11h.

No Aeroporto de Dourados, com uma frequência diária, esses trinta assentos são 20% da oferta do dia. Num período de feira do agronegócio ou evento na região, é a diferença entre encontrar passagem e não encontrar.

Por isso a escolha do equipamento não é detalhe técnico: é oferta. E é mais um argumento para comprar com antecedência, como está em quando comprar a passagem.

Por que a pista precisou ser ampliada

Aqui está a ligação entre o avião e a obra. Aeronave da família A320 exige pista com dimensão e condição de pavimento adequadas, pátio compatível e auxílios à navegação.

Foi exatamente nisso que se concentrou o pacote de investimento da ordem de R$ 97 milhões que antecedeu a retomada: ampliação e revitalização da pista, novo pátio de aeronaves, taxiway e instalação de auxílios à navegação.

Sem essa obra, a rota não existiria com esse equipamento — e provavelmente não existiria de forma alguma, porque uma companhia de grande porte não monta operação em torno de um equipamento que não usa no resto da malha. A história completa está em a linha do tempo do aeroporto.

Troca de equipamento é normal

A companhia pode alterar o modelo até a véspera, por necessidade operacional. Isso acontece em toda a aviação e não caracteriza descumprimento do contrato de transporte.

O que a troca pode afetar é a numeração de assentos: quem escolheu lugar antecipadamente pode ser reacomodado. Se a posição na cabine for importante para você, confira no check-in. Ver check-in no Aeroporto de Dourados.

O terminal e o avião: escalas diferentes

Há um contraste curioso no Aeroporto de Dourados: um terminal compacto, de 740 m² e um portão de embarque, recebendo uma aeronave de até 174 passageiros.

Funciona porque a operação é concentrada: um voo por dia, embarque e desembarque em janela definida, e nenhum fluxo simultâneo competindo pelo mesmo espaço. É o desenho certo para a escala certa. A descrição está em o terminal por dentro.

Onde continuar

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Aeronaves da família A320, da Airbus: o A319 e o A320. A escolha do equipamento é da companhia aérea e pode variar por data e por demanda, então não é uma garantia contratual da sua reserva.

O A319 tem capacidade para cerca de 144 passageiros e o A320 para até 174, na configuração usada nesta operação. A diferença de trinta assentos explica por que a companhia alterna os modelos conforme a ocupação prevista para a data.

Porque a rota liga Dourados a Guarulhos, que é um aeroporto de grande porte, e integra a malha principal da companhia. Operar com o mesmo tipo de equipamento do resto da malha simplifica escala de tripulação, manutenção e remanejamento de aeronave.

Comporta desde a ampliação e revitalização feitas no pacote de investimento que antecedeu a retomada. Pista com dimensão adequada, pátio e auxílios à navegação são pré-requisito para uma companhia operar aeronave desse porte com regularidade.

A informação costuma aparecer na reserva e nos canais da companhia, mas pode mudar até a véspera por necessidade operacional. Troca de equipamento é comum em toda a aviação e não caracteriza descumprimento do contrato de transporte.

Muda pouco em conforto, porque a cabine é semelhante. Muda na disponibilidade: com trinta assentos a menos, um A319 numa data de alta demanda esgota mais rápido, o que pesa numa rota com uma frequência diária.

Consulte a sua data

Veja a tarifa vigente no trecho Dourados–Guarulhos antes que os assentos acabem.